Nadya Syrkova

Description:

Olhos: Azuis
Cabelos: Ruivos
Peso: 54 kg
Altura: 1,81
Tatuagens: Braço direito
Implantes: Internos e imperceptíveis

Bio:

Nascida em Magadan, extremo leste da Rússia, local onde permaneceu até seus 7 anos de idade. Seu pai, Yegor, um homem típico do interior, de barba grossa e semblante sério, trabalhava 16 horas por dia nas minas de carvão da região e quando fora do trabalho quase não ficava sóbrio, sua mãe, Ana, tinha um semblante sempre cansada, além de cuidar da casa, fazia bicos lavando roupas de seus vizinhos. Anna não era uma mãe muito presente por causa de seus afazeres diários, Irina era sua irmã mais velha e trabalhava como atendente em um bar local, apesar de ser seis anos mais velha que Nadya, era ela que cuidava dos irmãos menores, Irina era uma moça bonita, mas não tanto quando Nadya, mas mesmo assim chamava atenção de todos da região e sempre estava a trocar de namorados.
Irina era teimosa e estúpida, não pensava duas vezes antes de bater em seus irmãos menores, e qualquer motivo era certeza que eles iriam sofrer. Nadya ainda tinha dois irmãos mais novos, os gêmeos Liev e Tanya de 7 anos. Com o bloco em crise financeira, seu pai perdeu o emprego passando assim os dias sempre bebendo e arrumando confusão em bares, começou a chegar agressivo em casa e descontava em todos os membros da casa.
Com as brigas frequentes, Irina abandonou a família e se mudou para Kursk onde nunca mais se teve notícias dela.
A família não dispunha de riquezas ou bens e ainda haviam se afundado em dívidas tornando-os ainda mais miseráveis. Pensamentos de vender um de seus filhos (algo comum entre famílias pobres na Rússia) passavam na cabeça do patriarca todo instante.
Com o acúmulo de dívidas às pessoas ligadas ao sindicato, uma oferta generosa foi feita por Nadya devido a sua grande beleza. Seu pai à vendeu por 6,000 Putins, equivalente à 2,000 dólares americanos, valor este que alimentaria sua família por dois anos e meio e ainda lhes dariam luz e aquecimento durante os invernos rigorosos da região. Mais tarde sua irmã Tanya também seria vendida por um preço bem menor.
Nadya fora levada até Sofia, antiga capital da Bulgária e recém anexada pela União dos Povos Livres Eslavos (UPLE), comandada por Moscou. Lá ela seria alimentada e tratada para ser novamente vendida por um preço que ela ou sua família jamais sonhariam. Durante sua estada de 5 anos, Nadya aprendeu como se portar como uma dama, teve aulas de balé, frequentou escolas onde fora alfabetizada adequadamente, aulas de hipismo, etiqueta, economia e novas línguas. Poderia ser uma vida magnífica que toda menina poderia sonhar, mas era escorraçada, maltratada e sofria todos os dias com pequenas torturas. Todos os sonhos eram tirados vagarosamente de sua pessoa, sua alma era destruída aos pedaços até ao ponto que suas lágrimas nunca mais caíssem.
Ao completar 13 anos, um comprador de Lima, uma das antigas capitais na América do Sul, agora anexada ao Chile, a compra por 270,000 dólares americanos. Sua viagem é eminente e quase sem sentimentos espera por seu comprador sabendo o que o mesmo faria com ela.
Em sua chegada foi recebida por seguranças que pareciam mais agentes ou espiões que não falavam uma palavra, já a coloram dentro de uma grande van seguindo assim a seu destino. Nadya foi recebida por uma gama de empregadas e serviçais enfileirados, todas jovens e belas, e com roupas provocantes e iguais. Alguns empregados homens, com roupas mais pesadas e elegantes logo a pegaram pela mão e acompanharam para dentro da enorme mansão passando pelo corredor de jovens meninas que caladas a seguiriam logo atrás.
Ao chegarem a uma sala enorme que remetia a era dos palácios czaristas e com quase nenhum móvel, deixada no centro e logo cercada por todos os funcionários que logo a arrancam toda sua roupa, amarram-na e a penduram como se fosse uma isca para um predador voraz, e logo aparece em outra porta um homem velho e acabado, prostrado em uma cadeira de rodas, o tempo não tinha sido justo com ele, pois aparentava ter mais de 100 anos.
Como um ritual macabro digno de livros de quinta categoria, todos os funcionários, agora também despidos, passavam as mãos, lábios e línguas em todo o seu corpo enquanto o velho apenas olhava distante em sua cadeira de rodas. Sem perceber o que acontecia atrás dela, foi surpreendida por mais toques e objetos que entravam nela com força e por todos os cantos, e do velho apensa um olhar frio e um sorriso doentio, que era respondido com frieza por Nadya que não demonstrava nenhuma emoção ou sentimento, ela sabia que ali estava a perder o que restava de sua humanidade.
Mais um ano e meio se passariam naquele ambiente que de glamoroso só tinha os móveis e os quadros, sessões de torturas e fornicação aconteciam todos os dias, algumas moças sumiam sem deixar vestígios, muitas vezes por suicídio ou por tentarem escapar. Geralmente viravam comida para os cães que cercavam toda a residência e seus longos campos malcuidados.
Nadya apenas falava quando lhe era perguntado algo, pois sabia que poderia ser machucada caso ignorasse alguma ordem ou pergunta, mas em seus aposentos passava seu tempo lendo ou planejando como poderia dar um fim naquilo tudo, mas ela não queria simplesmente escapar ou morrer, ela queria ver todos que ali estavam sofrerem e pagarem por tudo que fizeram com ela, mas não era somente a vingança que poderia satisfazê-la, e sim sua vontade de sangue e causar dor. Até então ela nunca tinha provado desse remédio, mas era algo que à acompanhava dia e noite, inclusive em seus sonhos.
Quase ao completar dois anos estabelecida na mansão e já com seus 15 anos, Nadya teria sua primeira experiência com a morte. Ao sair de seu quarto na madrugada, encontrou um dos guardas com roupa de agente e o seduziu, levando-o para o banheiro mais próximo e durante o ato, o mordeu sua jugular com toda força que podia, arrancando um naco grande de carne e veias, ainda como reação o homem a jogou com força contra a parede onde batera sua cabeça e desmaiara.
Ao acordar, notara que estava presa com cordas aveludadas e um ambiente de penumbra, sem roupas e ainda suja de sangue. Um grupo grande encapuzado entraria logo após ela despertar com instrumentos de tortura e sadomasoquismo e ficariam ali ela entender o recado, e ela entendeu muito bem, pois sabia que tinha matado um dos homens do velho cadeirante, ela finalmente estava a sorrir e sentindo realizada pelo que fez. Por mais que os homens que ali estavam achassem que ela estava aproveitando a sessão sinistra.
Deixada em uma espécie de solitária por algumas semanas e sofrendo abusos dos mais variados tipos, finalmente a retiram e a banharam, um médico que sempre visitava a residência para checar o velho e os empregados cuidou de seus ferimentos que logo sararam, pois, o velho dispunha de uma grande enfermaria que daria inveja a qualquer hospital em sua cidade natal.
Com um olhar sereno e uma voz calma, o médico avisara para Nadya que ela não teria sorte novamente, pois ela era uma das preferidas do velho, que não aceitaria nenhuma forma de afronta a sua pessoa nem mesmo da parte de sua favorita. Ela definitivamente precisaria de novos planos, pois não queria deixar seu prazer em machucar ou matar ser tirada dela.
Logo recuperada por completo, Russian Doll como fora batizada carinhosamente pelo velho decrépito, pois a agilizar seus planos, planos esses que resultariam em mais mortes e mais prazeres para ela, desta vez ela cuidou para que não fosse pega ou notada rapidamente, mas sabia que todas as suspeitas cairiam sobre ela mesmo por causa de seu modus operandi. Era hora de ir ao velho diretamente, mesmo sabendo que ele estaria protegido por seus fiéis cães de guarda humanos.
Em uma das festividades da qual o Barão, nome este que o velho gostava de ser chamado mesmo não existindo nenhuma ligação nobiliária, gostava de dar a convidados que usufruíam da mesma natureza doentia que ele, traziam pessoas de vários lugares do mundo, homens, mulheres e crianças, futuros objetos de um desejo pútrido de um verme em forma de velho encadeirado em seus desejos.
Era a chance de uma barbárie ser realizada, esse era o único pensamento que passava na sua cabeça durante a cerimônia que duraria uma semana. Tempo suficiente para ela pensar em algo.
O velho tinha uma coleção de carros antigos, carros ainda movidos à combustível fóssil e esse combustível todos era armazenado em barris de metais, era somente uma questão de logística para coloca-los na adega que ficava exatamente no subsolo da mansão, seria uma tarefa complicada, mas surpreendentemente ela teria ajuda. Uma recém-chegada havia percebido seus movimentos e se dispôs à ajuda-la, pois assim como Nadya, essa jovem oriental de rosto angelical teria um passado muito parecido com o de Russian Doll e passava constantemente por torturas e abusos.
No último dia das festividades, a celebração da carne como os convidados chamavam, haveria um grande recital que o próprio velho recitaria como agradecimento a todos que vieram para saudá-lo. Aconteceria no mesmo salão que Nadya fora apresentada ao velho e abusada pela primeira vez. Para ela soaria perfeito e poético, acabar onde tudo começara.
Sua nova companheira, Yumi, que ainda não tinha um apelido carinhoso dado pelo Barão chamaria a atenção dos guardas que estavam fora da sala para adentrarem o local, ela usaria uma arma que Lydia conseguira dias antes sem ser percebida, ela daria um tiro para o alto e um no peito do velho, para garantir que se a explosão falhasse ela ainda teria sua vingança. Yumi era jovem e tola, foi facilmente manipulada por Lydia que a usaria como um fantoche. E para alcançar seu objetivo, ela faria de tudo, até mesmo sacrificar uma inocente.
Como havia planejado, tudo havia corrido bem, Yumi foi baleada na cabeça pelos guardas assim que atirou no peito do velho, que demorou ainda a morrer, os convidados horrorizados olhavam sem se moverem, foi quando uma sucessão de explosões tomou conta de todo o local, partes da grande mansão iam sendo desintegrados até chegarem no salão principal. Fora tudo muito rápido e não houve gritos ou correria, pedaços de corpos carbonizados voavam juntamente com os pedaços de madeira do que era uma casa de horrores e sodomia. O restante do prédio não demorou muito para pegar fogo, tudo estava sendo destruído e consumido.
Era visível o sorriso em seu rosto, talvez a primeira vez que sorri de um canto da boca ao outro em anos, sua vingança e sua matança estavam concretizadas, seu espirito estava em paz, mas não por muito tempo.
Nadya aproveitou para saquear o que havia sobrado de todo aquele caos, os cães estavam presos devido às festividades e não parecia ter sobrado ninguém, com o que conseguiu pegar de valor, seguiu para a cidade onde compraria roupas, alugaria um quarto em qualquer hotel e partiria daquela região para sempre em alguns dias.
Resolveu partir para o Brasil, mais precisamente para São Paulo onde conseguiu logo um emprego de modelo de passarelas e fotografia, começou a ganhar um pouco de fama e notoriedade, era sempre convidada para festas finas e boates caras, mas o seu maior medo havia voltado, ela se sentia vazia novamente.
Foi então que Nadya largou tudo em viajou para a o Distrito de Brasília, antiga capital brasileira, permaneceu nas sombras e sua fama foi logo se apagando, já com seus 19 anos, se mudou para um bairro perigoso da região onde tentaria ganhar a vida e realizar seus desejos obscuros.
Não demorou muito até conhecer contados do submundo onde a treinariam e faria ela se sentir parte de uma família depois de anos…

Nadya Syrkova

USSA 2084 Bpaiva debulhador